sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

De Paseo a Huaraz: vídeo em espanhol que apresenta a "Laguna Querococha", o "Túnel de Kahuish" e o sítio arqueológico "Chavín de Huántar"




O vídeo abaixo foi produzido pela "Unidad de Producción de Contenidos para Televisión da Universidad de San Martin de Porres" e apresenta a "Laguna Querococha", o "Túnel de Kahuish" e o sítio arqueológico  "Chavín de Huántar".







fonte:  http://www.depaseo.usmp.edu.pe


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domingo, 26 de janeiro de 2014

Cuy Frito: Um dos pratos mais exóticos do Peru

"Cuy frito con papas y salsa de ají"
Um dos pratos mais exóticos do Peru é o "Cuy Chactado" ou o "Cuy Frito". É exótico porque na maioria dos países o "cuy" é apenas um animal de estimação, mas no Peru, ele é muito apreciado na culinária. Aqui no Brasil ele é conhecido como "porquinho-da-Índia" e apesar do nome em português, não é nenhum suíno e tampouco provém da Índia. Efetivamente é originário das Índias Ocidentais, ou seja, do continente Americano. Assim, desde o império inca o porquinho-da-Índia foi criado para consumo. Cito ainda que antes da colonização espanhola, não existiam gados na região andina, então o "cuy" pode ter sido uma importante fonte de proteínas na alimentação deste povo. Atualmente vários restaurantes no Peru servem o porquinho-da-Índia frito, acompanhado com batatas (papas) e molho de pimenta (salsa de ají). Decidimos prová-lo quando estávamos na imediações do Parque Nacional Huascarán, pois no restaurante que fomos era possível conhecer sua procedência. Suas gaiolas ficavam na área externa do restaurante. Em Arequipa, ele é servido também frito, na pedra. No cardápio ele está denominado como "Cuy Chactado", no entanto provar uma vez para nós já havia sido suficiente, pois é difícil esquecer a imagem das suas garrinhas e dentes...


Gaiolas de "Cuy" em restaurante nas
imediações do Parque Nacional Huascarán
"Cuy" - Porquinho-da-Índia






















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Cachanga: O típico pão frito do norte do Peru

No norte do Peru, a Cachanga é muito popular. Então não estranhe a palavra, pois trata-se apenas de um disco comestível de farinha, frito em óleo, muito saboroso. Nos tempos colonias, há relatos de que a Cachanga era como um cumprimento, uma forma de expressar a admiração a quem era oferecida. A sua preparação é muito simples e na Laguna Chinancocha, há um quiosque no qual camponesas fazem a preparação desta espécie de pão frito para os visitantes, vendendo cada Cachanga por s/ 1,00.

Camponesas preparando a Cachanga
Cachanga (espécie de pão frito,
popular no norte do Peru)


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sábado, 25 de janeiro de 2014

Em Huaraz: A cidade base para os passeios ao Parque Nacional Huascarán (04º Dia)



Chegamos à cidade de Huaraz às 4 h da manhã. No ponto de desembarque da empresa de Transportes Línea estava o amigo do dono do hotel de Trujillo, com um cartaz com os nossos nomes. Seu nome é Denis e ele tem uma pequena agência de turismo com tours por toda a região da Cordilheira Branca. Foi muito bom ter alguém esperando por nós lá, pois como ainda era madrugada, não teríamos noção de onde ir e teríamos que esperar até o amanhecer para procurar por um hotel e contratar algum passeio. Assim, seguimos com o Denis em um taxi até o "Hotel Casablanca". Chegando ao hotel, ele nos mostrou as possibilidades de passeios nos arredores da cidade. Para uma programação completa, precisaríamos de 4 dias, mas havíamos programado de ficar nesta região por apenas dois dias. No entanto, como os preços estavam bastantes acessíveis (s/ 50 por dia, translado e guia) e as atrações imperdíveis, decidimos ficar pelo menos 3 dias. Foi uma excelente decisão, pois a região é realmente fantástica!  

Huaraz está situada a uma altitude de 3.091 m e localizada a 470 km de Lima e a 310 km de Trujillho. Ela é a cidade base para os turistas que querem visitar o Parque Nacional de Huacarán e encontra-se num vale formado pela Cordilheira Negra e a Cordilheira Branca, ambas são uma extensão da cordilheira dos Andes. A Cordilheira Branca tem um grande número de montanhas acima de 6.000 metros de altitude, perdendo apenas para o Himalaia neste quantitativo.

Dormimos por aproximadamente 3 horas e já às 09 h, conforme agendado com o Denis, uma van com guia e outros turistas passou em nosso hotel para buscar-nos para o tour em direção às Lagunas Llanganuco e Campo Santo de Yungay (1º Tour). No trajeto paramos em Carhuaz, um vilarejo há 35 km ao norte de Huaraz, para tomarmos sorvete e conhecermos a "plaza de armas". Não deixem de provar o sorvete de chirimoya e de lúcuma, frutos típicos da região andina.

"Plaza de Armas" de Carhuaz


Logo seguimos para entrada do Parque Nacional Huascaran, setor com acesso às Lagunas Lhanganuco situado à 86 km de Huaraz. Após Yungay, há um trecho sinuoso com estradas de terra. O guia aproveitou para nos contar as histórias e lendas da região, enquanto apreciávamos a simplicidade da vida no campo das pessoas do povoado que mora às margens do parque.

Chegamos ao complexo de Lagunas Llanganuco para visitar a Laguna Chinancocha, situada numa altitude de 3.850 m. Para acesso foi necessário o pagamento de s/ 5,00 por pessoa. Mesmo com céu já começando a fechar, o azul turquesa do lago nos deixou maravilhados com o local. Formando o vale, encontra-se de um lado, a montanha mais alta do Peru, o Monte Huscarán (6.768 m) e do outro o Monte Huandoy (6.395 m). Por s/ 5,00 por pessoa há possibilidade de se fazer um passeio de barco no lago e por s/ 1,00 provar a Cachanga (ver postagem "Cachanga" ...).

Entrada "Parque Nacional Huascarán
- Sector LLanganuco"

Passeio de barco em uma
das lagunas de Llanganuco por s/ 5,00



Vale glacial entre Monte Huascarán
e Monte Huandoy
Monte Huascarán, com 6.768 m
 é a montanha mais alta do Peru
Laguna Chinancocha,
a 3.850 metros de altitude
O almoço foi num pequeno restaurante na estrada, com comidas típicas da região. Aproveitamos para provar o "cuy frito", já que podíamos ver a procedência da comida que era criada ali mesmo (ver postagem "Cuy Frito" ...). À tarde visitamos o Campo Santo em Yungay. Este povoado já viu desaparecer e precisou reconstruir sua pequena cidade algumas vezes em razão dos terremotos na região. O mais devastador ocorreu em 31 de maio de 1970, quando os tremores provocaram o desprendimento de grandes placas de gelo e granito do Monte Huascarán causando uma grande avalanche de pedras, lama e vegetação que se deslocou com uma velocidade média de 280 km/ h por cerca de 16 km e se projetou contra a cidade matando 22.000 pessoas.
"Expresso Ancash"

Torre da Igreja do antigo povoado de Yungay


Campo Santo, Yungay

A parte central do antigo vilarejo hoje é um cemitério conhecido como Campo Santo, pois a quantidade de material que soterrou o local, destruindo sua igreja, praça, casas e ruas inviabilizou a remoção dos corpos e objetos. Uma imagem impressionante da destruição causada é os restos de um ônibus "Expresso Ancash". No fim da tarde seguimos até Caraz, um pequeno povoado que foi poupado da destruição no ano de 1970. Paramos ainda para comprar doce de leite e lembrancinhas e regressamos à Huaraz por volta das 19 horas, neste dia percorremos 193 km (ida e volta).


"Plaza de Armas" de Caraz

Roteiro 1º Tour em Huaraz (193 km) por s/ 50,00







































Ah! Segue referência da agência de turismo do Denis:



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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

De Paseo a Huaraz: vídeo em espanhol que apresenta os "helados de la ciudad de Carhuaz" e "la laguna Chinancocha"

O vídeo abaixo foi produzido pela "Unidad de Producción de Contenidos para Televisión da Universidad de San Martin de Porres" e apresenta os "helados de la ciudad de Carhuaz" e "la laguna Chinancocha".





fonte: http://www.depaseo.usmp.edu.pe


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domingo, 19 de janeiro de 2014

El pero sin pelo: A raça de cão peruano que não tem pelos

O cão peruano sem pelo


"El pero sin pelo" é uma raça de cão peruano que não tem pelos. Apesar da sua aparência, eles são muito dóceis e saudáveis. Alguns povos lhe atribuem poderes mágicos. Encontramos vários no deserto do norte peruano.

"el pero sin pelo en Chan Chan"


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Trujillo: Ponto de partida para visitar Huaca del Sol y de la Luna, Huaca del Arco-Irís, Chan Chan e Huanchaco (03º Dia)

Desembarcamos no terminal da empresa de transportes Cromotex às 7 horas da manhã, onde pedimos informações de como chegar à "Plaza de Armas" da cidade de Trujillo. Estávamos a apenas 1 km da praça central e precisávamos apenas seguir em linha reta a partir da via "Del Ejercito" em direção à "Avenida Espana". No Peru, quando você não tiver a menor ideia de onde encontrar alguma coisa, procure pela plaza de armas ou plaza mayor, em regra, toda cidade tem uma, onde se concentram o poder administrativo, igrejas, posto de informações turística, agências de turismo, hotéis, restaurantes, etc. Assim, apesar das abordagens insistentes dos taxistas, seguimos à pé. No trajeto um rapaz ofereceu um tour à Huaca del Sol, Huaca de la Luna e Chan Chan por s/ 30,00 por pessoa. À frente estava a agência Colonial para a qual ele trabalhava. Entramos e fechamos os passeio com saída às 10:30 h. O valor de s/30,00 por pessoa, para realizarmos todos os passeios que havíamos programado na cidade, estava bem abaixo do valor que havíamos pesquisado pela internet no Brasil. Ao lado da agência também funcionava um hostel, Hotel Colonial, e acabamos nos hospedando lá. Após banho, saímos para tomar o desayuno e conhecer a "Plaza de Armas", pois estávamos apenas há duas quadras da mesma. Os prédios históricos, igrejas e casas da praça são bastante coloridos, com forte influência espanhola. 

"Plaza de Armas" de Trujillo
Voltamos ao hostel para a saída do tour no horário programado. Conosco foram três moças francesas e dois cusquenhos, mãe e filho que viajavam juntos para conhecer outras cidades do Peru. A guia que nos acompanhou nesse passeio foi fantástica! Tinha um conhecimento muito grande de toda a região e era bastante atenciosa. Desta forma, comprar o tour na agência Colonial, valeu muito a pena! Nossa primeira parada foi o complexo das "Huacas del Sol y de la Luna" que fica nos arredores de Trujillo (cerca de 5 km do centro da cidade). Este conjunto arqueológico envolve duas pirâmides construídas durante a civilização "Moche" (200 a.C a 700 d.C). A "Huaca del Sol" (Templo do Sol), com 45 metros de altura é a maior estrutura em adobe pré-colombiana das Américas. A "Huaca de la Luna" (Templo da Lua) era a única aberta à visitação. No seu interior, muito bem preservado, existem muitas pinturas e desenhos nas paredes. São várias camadas que foram sendo construídas e reconstruídas ao longo dos anos pelos "Moches".  Ao lado deste sítio há também o "Museo Huacas de Moche" com artefatos cerâmicos desta cultura. No local também pudemos ver pela primeira vez o "perro sin pelo"...  uma raça de cão peruana que é naturalmente sem pelos, muito estranho, mas eles são bem dóceis.


"Museo Huacas de Moche", museo de sítio da
cultura Moche em Trujillo
"Cerro Blanco", colina rochosa de
forma piramidal ao  lado da "Huaca de la Luna"



Mural da "Huaca de la Luna"
"Huaca del Sol", com 45 m é maior estrutura em
adobe pré-colombiana das Américas.
Símbolo da cultura moche pintado
nas paredes de "Huaca de la Luna"


Retornamos ao centro da cidade para o almoço. No restaurante indicado pela guia provamos a "chicha morada" e um prato típico da culinária local: "papa a la Huacaína y cabrito com arroz". O tour continuou à tarde para visita aos sítios arqueológicos da cultura Chimú. Há cerca de 4 k de Trujillo, visitamos a "Huaca del Arco-Irís", um centro cerimonial onde pode-se ver em suas paredes um arco iris estilizado muito bem preservado. 
Painel da "Huaca Arco-Íris"

Após, seguimos para Chan Chan, a capital do império Chimú contruída entre 1100 e 1300 d.C. Apesar de grande parte do que seria a maior cidade de adobe do planeta já não mais existir devido a ocupação urbana em Trujillo, uma parte da mesma está protegida e aberta à visitação. Muito interessante ver suas formações em barro, como paredes, muros altos, desenhos e nichos em forma de losango. 

Sítio arqueológico de "Chan Chan"
Corredor em "Chan Chan"



Em Huanchaco com "caballitos de totora"
e novos amigos


O último passeio do dia foi na praia de "Huanchaco", lá é possível alugar uma canoa de "totora", uma espécie de junco utilizado na construção de jangadas, para dar um passeio no mar. A água do oceano pacífico nesta região é muito gelada, muito mesmo! Não é uma praia para banho, mas valeu muito pelo visual.




Praia de Huanchaco
Em Huanchaco com amigos
cusquenhos e nossa querida guia.



Neste dia visitamos as principais atrações da região, e passamos a programar nossa ida para Huaraz, região da Cordilheira Branca. Pretendíamos passar aquela noite em Trujillo e seguir viagem pela manhã, já que passamos a noite anterior no ônibus. No entanto, ao voltamos para o hostal, descobrimos que não há passagens de Trujillo para Huaraz durante o dia. Então decidimos embarcar naquela mesma noite. Conversando com o dono do Hotel, ele comentou que tinha um conhecido em Huaraz que poderia nos receber e auxiliar com os passeios naquela cidade. Imediatamente fomos adquirir as passagens, com saída programada para as 21:15 h. As passagens custaram s/ 45,00 em um posto da empresa Transportes Línea, próximo à "Plaza Mayor". Voltamos ao hostal para pegar nossas mochilas. Foi um pouco corrido, mas deu tempo de comer alguma coisa e ir de taxi até o terminal da Línea, mais afastado da região central.


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sábado, 18 de janeiro de 2014

Inca Kola: O refrigerante mais popular no Peru

Em lanchonete na "Plaza San Martin"
bebendo "Inca Kola"

A Inca Kola é o refrigerante mais popular no Peru desde 1935. Atualmente é produzida pela "The Coca-Cola Company", mas já foi 100% peruana.  Trata-se de uma bebida gaseificada, de cor amarelo-ouro, bastante doce... lembra o gosto da "bala soft" bastante consumida aqui no Brasil na década de 80.

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O centro histórico de Lima (02º Dia)


Igreja de "la Virgen Milagrosa"
no Parque Kennedy em Miraflores

Acordamos no Hostal The Place após uma noite muito bem dormida. Arrumamos nossa bagagem e fomos tomar o café da manhã no restaurante do hostal. Café ou chá, leite, suco de laranja, manteiga, geleia e dois pequenos pães por pessoa. Não esperem um buffet como temos no Brasil na maioria dos hotéis e pousadas. É o chamado desayuno continental peruano, o qual iriamos provar em todos os locais em que nos hospedamos no país. Usamos o computador do hostal para acessar a internet e atualizar os contatos com o Brasil, mandar notícias, etc. Efetuamos o check out, pegamos as mochilas e seguimos rumo ao centro de Lima. Da praça Kennedy em Miraflores partem os ônibus turísticos que fazem o city tour por Lima, passando por diversos pontos turísticos da cidade e com entradas inclusas no convento de São Francisco. Conversamos com os atendentes do ponto de saída do ônibus, o preço do passeio era de s/ 60,00 e ele só iria sair às 14:30 de lá. Muito tarde, e não daria tempo de conhecer melhor e circular pelo centro histórico. Decidimos então ir de transporte público mesmo. Ao lado do Parque Kennedy passavam inúmeros ônibus, vans e "Kombis", eles passam às dezenas e nunca saberíamos qual deles pegar. Pedimos ajuda a dois policiais, que foram muito prestativos e atenciosos. Não só nos indicaram qual veículo pegar, como pararam um e orientaram o motorista a nos deixar no local onde ficava nosso destino. Os "buses" e kombis fazem parte do caos do transito de Lima. Competem entre sí para angariar passageiros. Cada um possui um cobrador que diz o itinerário para as pessoas nas calçadas. No nosso veículo tinham poucos passageiros naquela hora, ainda bem, pois estávamos com as mochilas. Ao longo do trajeto o ônibus foi enchendo e nós não sabíamos se o cobrador ainda lembrava da gente. Falamos com um outro passageiro que se dispôs a nos avisar também onde desembarcar. Foi uma experiência interessante, vivenciando o dia a dia do transito e dos moradores da cidade e a um custo de apenas s/ 3,00. Descemos na avenida Tacna com rua Quilca, sob orientação do cobrador. Uma quadra depois seria mais recomendável, ou seja, Av. Tacna com Av. Nicolas de Pierola. Na rua Quilca existem várias mercearias, local de poucas pessoas circulando. Chegamos à Plaza San Martin, sentamos em uma lanchonete para verificar nosso guia de viagem. Tomamos a famosa Inca Kola e seguimos em direção à "Plaza Mayor", ponto central da cidade. A Plaza Mayor é muito bonita, ao redor dela ficam o palácio do governo, prefeitura, a catedral e a casa do arcebispo. Tudo muito antigo, mas também muito bem conservado. Em todos arredores existem várias construções da época colonial. Aproveitamos este dia para adquirir as entradas de Machu Picchu (ver postagem Aquisição das entradas para Machu Picchu)
Estátua do libertador argentino do Peru,
general José de San Martin na "Plaza San Matin"

Mercearia no centro de Lima


"La Catedral" no lado leste da "Plaza Mayor"
"Palacio de Gobierno", sede do poder
político do Perú  na "Plaza Mayor"
Preferimos não entrar para conhecer a Catedral, pois custava s/ 10,00 por pessoa. Optamos por caminhar algumas quadras e conhecer a igreja e o convento de São Francisco por s/ 7,00 por pessoa. A visita ao convento é imperdível! A construção iniciada em 1535 pela ordem dos franciscanos abriga inúmeras peças antigas e a construção característica da época colonial espanhola muito bem conservados. No subsolo é possível visitar as catacumbas, com os ossários expostos do primeiro local que serviu como cemitério de Lima (ver postagem Catacumbas de São Francisco). Outras grandes atrações são: a biblioteca, a capela e a tela de Marcos Zapata da última ceia. Diante desta obra é possível observar a riqueza de detalhes do quadro que registra imagens cristãs com elementos peruanos... há crianças, cachorros, curiosos, diabos e até um auto retrato do autor. O enigma é decifrar o prato principal servido na ceia: cuy chactado!!!

Convento e igreja sobre as catacumbas
"San Francisco" no centro histórico de Lima
Sala de jantar do convento "San Francisco"
com a tela "A Última Ceia" de Marcos Zapata
Fachada da igreja "San Francisco"

Após este passeio, fomos enfim comer alguma coisa. Já eram quase 4 horas da tarde. Perto dali estava a rua Jilón de La Union, uma espécie de calçadão só para pedestres, com muitas lojas e algumas lanchonetes e restaurantes. Fomos ao Mc Donald's, parece sem graça, mas o cardápio é um pouco diferente do servido no Brasil. Saímos da lanchonete e continuamos caminhando pelas calçadas movimentadas do centro. Já era hora da saída do trabalho e as ruas ficavam mais e mais cheias. Pelo caminho muitos cambistas trocando dinheiro nas calçadas. Entramos em algumas lojas para das uma olhada, mas não compramos nada, afinal nossa bagagem era limitada e teríamos que carregar pelo restante dos dias ainda. Nossa missão agora era simplesmente encontrar um lugar na cidade, para pegar algum ônibus que fosse para a cidade de Trujillo, no norte do país. Em Lima não existe um terminal rodoviário de onde partem os ônibus, mas sim cada empresa possui seu próprio terminal ou ponto de saída. Demos uma olhada no nosso guia mas foram novamente os policiais que nos indicaram onde deveríamos ir, dizendo-nos: "Hay una calle donde las principales empresas de autobuses y se puede ir caminando hasta allí. Está a unos 2 kilómetros de distancia!". Foi o que fizemos, seguimos caminhando, observando as praças, avenidas, o grande movimento de carros, ônibus. O local indicado ficava bem em frente ao estádio Nacional do Peru, várias empresas de ônibus, uma ao lado da outra. Fomos na Cruz Del Sur, a mais indicada na internet e nos guias. Porém nós teríamos que ir de táxi até um outro terminal da empresa para embarcar. Decidimos procurar por uma outra empresa que fizesse o trajeto até Trujillo. Apesar de não haver rodoviária, na Avenida 28 de Julio e proximidades estão as principais companhias de ônibus... Compramos duas passagens para Trujillo por s/ 40,00 por pessoa em ônibus semi-leito na empresa de transportes Cromotex S.A.C. Estávamos preocupados com os riscos de se viajar de ônibus no país, mas o controle de segurança e a qualidade de atendimento da Cromotex é muito bom. De todos os passageiros são registradas as digitais, os rostos são filmados, passe-se por um pórtico de detecção de metais e os documentos são conferidos. A velocidade do ônibus não ultrapassou os 90 km/ h e há até serviço de bordo! Nosso jantar fornecido pela empresa foi sanduíche, pastelzinho e pudim... um chazinho de "manzanilla" também foi servido após o jantar. Chegamos à Trujillo às 7 horas da manhã seguinte.


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Aquisição das entradas para Machu Picchu

Site Ministério da Cultura do Perú (aquisição de boletos de
acesso para Machu Picchu e Huayna Picchu )


Compramos as entradas de Machu Picchu quando estávamos em Lima. Para quem quiser comprá-las por conta própria, as entradas precisam ser adquiridas com vários dias de antecedência pela internet, no site do Ministério da Cultura do Perú (http://www.machupicchu.gob.pe/). Tentamos comprá-las ainda no Brasil antes da viagem, porém o sistema de pagamento via cartão de crédito não estava disponível a dias. A única opção de pagamento era por boleto bancário no Banco de La Nacion, somente no Perú. Existia também a possibilidade de comprar em uma agência de viagens do Perú, mais próximo da data, porém são bem mais caras do que comprar direto na internet pois eles preferem vender logo um pacote com transporte, hospedagem, etc. Nosso planejamento era estar em Machu Picchu no dia 18/04. Decidimos então comprá-las logo nos primeiros dias em que chegaríamos ao país. No dia 02/04, nosso segundo dia em Lima, fomos visitar o centro histórico da capital peruana. Ao lado do palácio do governo na Plaza de Armas existe uma agência do Banco de La Nacion e a poucos metros também existe uma "lan house". Acessamos a internet na lan house, preenchemos o formulário, imprimimos o boleto e pagamos no Banco de La Nacion. Muito simples! As duas entradas custaram s/ 304,00 (Machu Picchu + Huayna Picchu para o dia 18/04/13, s/ 152,00 por pessoa). Você pode também optar por visitar somente Machu Picchu, se não quiser subir a trilha íngreme até Huayna Picchu. Neste caso as entradas custam s/126,00 por pessoa.

Mais detalhes de como adquirir os ingressos acesse também:


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De Paseo a Trujillo: vídeo em espanhol que apresenta as "Huacas del Sol y de la Luna" e praia de "Huanchaco"




O vídeo abaixo foi produzido pela "Unidad de Producción de Contenidos para Televisión da Universidad de San Martin de Porres" e apresenta as "Huacas del Sol y de la Luna" e praia de "Huanchaco".







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domingo, 12 de janeiro de 2014

Existe um Peru para cada um de nós! Vídeo com as principais atrações turísticas no Peru



Há vários vídeos na internet divulgando o Peru, no entanto aquele que citamos na postagem "Definindo o roteiro..." e efetivamente despertou nosso interesse para visitar o país segue abaixo com sua tradução - uma bela mensagem que descreve muito bem o país e a receptividade do seu povo.



"Às vezes cremos haver visto tudo,
Pensamos que as possibilidades não são infinitas
e decidimos mudar.

O movimento sempre envolve uma mudança
traçamos um percurso, viajamos,

Em seguida, um mundo novo e fascinante se desdobra diante
de nós e modifica o que nós estabelecemos,
nos obriga a ver tudo de novo, recuperar a inocência,
descobrirmos milhões de cores, sabores, texturas e aromas,
faces ocultas e misteriosas, em uma terra que muda 
para sempre nossa maneira de perceber o planeta.

Uma terra onde civilizações lendárias...
grandiosas, deixaram sua marca
inapagável, guardada pelos deuses.

Aqui, vivemos experiências sensoriais, novas e únicas
Medimos a nós mesmos, desafiamos todos os nossos limites.

Esta terra mítica, é hoje, uma nação grande e vigorosa,
com uma economia em desenvolvimento abrindo-se para o mundo.

Navegamos, voamos céus calmos, atravessamos florestas, vales ricos e férteis,
desertos eternos e alturas banhadas de branco.

Contemplamos a perfeita síntese do mundo
e as inúmeras possibilidades da técnica e da tecnologia aplicada.

Aproveitem tudo o que esta terra tem para oferecer,

Explosão de vida e cores em qualquer canto onde você olha.

Existe um Peru para cada um de nós!"


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Lomo Saltado: um prato típico do Peru que se originou da mistura cultural entre peruanos e chineses


"Lomo Saltado" acompanhado com "papas fritas y arroz choclo".
Como entrada pão com "mantequilla y salsa de aji"
Uma opção para quem não quer provar o peixe cru marinado em suco de limão... ou seja, o "Cebiche" é experimentar outra receita popular da cozinha peruana, o "Lomo Saltado". O prato é produto da mistura cultural entre peruanos e chineses, combinando tiras de carne refogadas com cebola, pimenta, alho, tomate, pisco, molho de soja e outros temperos e é servido com arroz e batatas fritas. Muito bom! ... Aqui no Brasil um prato que se assemelha é o "Filé Lig Lig".


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A chegada em Lima: Vamos pra Miraflores! (01º Dia)

Nossa passagem estava marcada para saída do Aeroporto Internacional de Curitiba - Afonso Pena às 06:15 da manhã. Chegamos ao aeroporto com duas horas de antecedência conforme recomendação da companhia aérea. Fomos até Guarulhos, onde trocamos de aeronave. Durante o voo a companhia forneceu a declaração de forma de bagagem - chegada (Baggage Declaration Form - Arrival) e a Tarjeta Andina de Migración (Cartão de Emigração Andina), formulários exigidos pelas autoridades de aduana e migração do Peru para entrada no país. O voo de São Paulo à Lima durou 5 horas, chegamos no Aeroporto Internacional Jorge Chávez por volta das 11:30 horário local (-2 horas em relação ao Brasil). Passamos pela autoridade de emigração, tudo bem tranquilo. Após isso, buscamos a mochila que havíamos despachado. Assim, nossas primeiras palavras em espanhol fora do nosso país de origem formaram a seguinte frase: ¿dónde están las equipajes?... Próximo às esteiras de bagagens havia um caixa eletrônico da ATM (Automatic Teller Machine) e uma banca de câmbio, então aproveitamos para testar o cartão pré pago em dólar. Tudo certo, já fizemos o primeiro saque já em soles (moeda local). Passando com as bagagens pela alfândega já estávamos no saguão do aeroporto, enfim começava nossa jornada pelo território peruano!

 
Chegada em Lima - "Aeropuerto Internacional 
Jorge Chávez (LIM)"


Já na saída do salão do desembarque fomos abordados pelos representantes dos taxistas oficiais do aeroporto, que nos pediram s/125,00 até uma praça no distrito de Miraflores denominada Parque Kennedy, a cerca de 20 km do aeroporto (muy caro!!!). Havíamos pesquisado bastante as formas de transporte entre o aeroporto e Miraflores, nosso destino definido neste dia. Nove em cada dez postagens na internet a respeito indicavam pegar um táxi oficial do aeroporto, não recomendavam pegar nem os táxis "clandestinos" que ficavam do lado de fora, muito menos os ônibus locais confusos e sem um itinerário confiável. Decidimos buscar informações no balcão de atendimento aos turistas, onde pegamos indicações de hotel e consultamos as possibilidades de fazer o trajeto por transporte público.

Ao voltar no saguão para registros fotográficos, fomos abordados por um taxista "não oficial", que pediu 25 USD pelo translado. Ele se ofereceu para tirar fotos nossas... oferecemos s/40,00... fechamos o trajeto por s/45,00.

Apesar das recomendações contrárias à utilização de táxis não regulamentados, o motorista foi muito simpático e prestativo, fornecendo-nos as orientações iniciais a respeito do país.

O Trânsito: O trajeto entre o aeroporto e Miraflores foi um capítulo à parte. O nosso amigo taxista já foi logo "costurando" seu Nissan anos 80 entre os outros carros, enquanto nos contava suas histórias - além da corrida tivemos um city tour com guia particular. Cada carro e sua faixa? Para que, se existem espaços vazios... Aonde der pra colocar o carro eles vão indo, e onde a gente imagina que não vai caber, é só dar uma buzinada que tudo se resolve. O trânsito é realmente caótico, carros e camionetes muito velhos disputando espaço, muito parecido com Ciudad del Este no Paraguai. De repente, eis que surgiu uma ambulância com a sirene ligada. Todos os carros foram abrindo caminho normalmente para a ambulância, porém nosso motorista já aproveitou para ir atrás dela, ganhamos um bom tempo nessa! 

Chegamos em Miraflores depois de uns 50 minutos. Pagamos os s/ 45,00 conforme combinado. Miraflores é um distrito de Lima, é onde se concentram a maioria dos turistas que vem para a capital do Peru. É um local bastante cosmopolita, ponto de encontro de mochileiros do mundo todo. Possui muitos hostals, pousadas, restaurantes, cafés. Além disso, possui uma extensão que margeia o oceano Pacífico. Ali existem os prédios modernos à beira mar, porém a praia fica mais em baixo e a cidade fica em um nível acima dos rochedos, mais alta.
Vista das falésias em Miraflores

Vista para o oceano Pacífico do alto dos rochedos
 de Miraflores, distrito turístico da cidade de Lima
Uma das melhores opções de hospedagem
 em Miraflores: JW Marriot Hotel Lima

Andamos um pouco até nos localizarmos nas nossas anotações. Não havíamos feito nenhuma reserva de hospedagem, efetivamente fomos ao Peru somente com as passagens de ida e volta compradas. Infelizmente o primeiro hotel da lista estava sem disponibilidade, o segundo estava acima das nossas expectativas de preço. Andamos muito e vimos vários Hostels para mochileiros, com quartos e banheiros coletivos, ideais para solteiros aventureiros, o que não era o nosso caso. Cansados, sentamos em um banco da praça kennedy... Logo fomos abordados por um agenciador de hotéis que foi falando comigo em inglês, dizendo que conhecia tudo por lá e conseguiria nos ajudar conseguindo um hostal. É muito comum as pessoas ficarem abordando os turistas nas ruas para oferecer serviços, câmbio, taxi, hospedagem, etc. No começo foi um pouco estranho, é normal ficar desconfiado, mas com o passar dos dias fomos aprendendo a lidar com isso e até mesmo conseguir boas dicas e serviços.

Ficamos mais um bom tempo andando, pesquisando, recebemos algumas indicações até enfim encontrarmos o Hostal The Place. O valor era de s/160,00 o casal. Olhamos o quarto e decidimos ficar lá mesmo, o lugar era bom e o preço definitivamente não conseguiríamos encontrar melhor em outro local nas imediações. O Hostal ficava a poucas quadras do Larcomar e dos rochedos da orla de Miraflores. Deixamos nossas mochilas e fomos em direção à praia. Já eram quase 4 da tarde e ainda não tínhamos comido nada. Porém não poderíamos perder o grande espetáculo do dia: o por do sol no Oceano Pacífico! O visual em cima dos rochedos é deslumbrante, a praia fica lá em baixo, porém a água é muito gelada e a areia é grossa. Poucas pessoas vão até lá pra curtir a praia. O ponto forte é sem dúvida o visual que se tem do mar! Chegamos no Larcomar, uma shopping center a céu aberto encrustado nos rochedos. Acompanhando toda a orla existe um parque linear onde as pessoas ficam caminhando, apreciando a vista. Próximo dali tem também um local de salto de parapente, onde ficamos até a hora do por do sol. Muita gente fica ali sentada apreciando este momento e conforme o sol vai descendo mais e mais pessoas vão chegando.

Shoping Larcomar escavado nos rochedos de Miraflores,
 não possui cobertura já que há muitos anos não chove em Lima

Ponte "Villena Rey" em Miraflores

Banco no Parque do Amor inspirado
na obra do Parque Güell de Gaudí em Barcelona


Estátua "El Beso" no
 Parque do Amor em Miraflores

Voltamos ao Larcomar para passear, ver as lojas e restaurantes. Nossa primeira noite fechou com um belo jantar em um dos restaurantes do Larcomar. Provamos o "Lomo Saltado", um dos pratos típicos da culinária local (ver postagem "Lomo Saltado" ...), brindado com o "Pisco Sauer", uma espécie de caipirinha peruana feita com o aguardente de uva "Pisco".

Por do Sol no oceano Pacífico.
Ao fundo o Farol "La Marina" no Parque El Faro em Miraflores

Por do Sol no oceano Pacífico

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