sábado, 5 de julho de 2014

De Arequipa à Puno: atravessando o altiplano peruano (12º Dia)


Hora de seguir viagem em direção à Puno, mas antes disso ainda tínhamos mais algumas horas livres em Arequipa. Acordamos cedo no Hostal Santa Catalina para caminhar pelo centro a procura de roupas de algodão, objetos de artesanato e artigos de lã de alpaca. Em Arequipa o comércio é bem desenvolvido e os preços são muito melhores do que em Lima ou Cusco. Como ainda era bem cedo, as lojas ainda estavam começando a abrir.  

Vista da torre da Catedral de Arequipa

Uma das principais ruas de comércio em Arequipa

Portal da Catedral de Arequipa

Rua de Arequipa


Em busca de um bom lugar para comprar as peças de alpaca, descobrimos que muito perto do hostal em que estávamos hospedados, estava localizado o "Mundo Alpaca" do grupo Michell. O grupo Michell é referência no Peru na venda de peças fabricadas com a lã de alpaca e da vicunha. Há lojas em várias cidades do país, mas em Arequipa, além de conhecer todo o processo de fabricação dos têxteis de alpaca o visitante pode interagir com os animais e comprar as peças da boutique "Sol Alpaca" por preços muito bons. 

Alpaca, no "Mundo Alpaca"





Tecelã produzindo têxteis da lã de alpaca

Origem das cores para tingimento dos têxteis

"Mundo Alpaca", em Arequipa
Às 13:15 horas uma van veio nos buscar no hostal, pois havíamos comprado passagens de ônibus turístico da empresa 4M Express para fazer a rota Arequipa à Puno, cerca de 300 Km, por S/ 60,00 por pessoa. Esse ônibus inclui um guia e vai fazendo paradas para que os turistas apreciem as belezas naturais do altiplano andino ao longo do caminho. Seguimos com a van até um restaurante na beira da estrada onde nos unimos ao ônibus com os turistas que vieram de Chivay, a partir de lá todos seguem em um único veículo com o guia. Este restaurante é uma espécie de parada de viajantes na estrada em meio ao altiplano. Lá pudemos tirar alguma fotos do vulcão El Misti, desta vez de um ângulo diferente do que é visto em Arequipa. Toda esta área ao redor do Misti faz parte de uma reserva nacional. Vimos alguma vicunhas selvagens correndo livres próximo à estrada. A vicunha é o menor dos "camelídeos andinos", parecida com a lhama e a alpaca, porém sua lã é de alto valor comercial, um artigo muito fino e apreciado. Após um lanche com o grupo de turistas, seguimos viagem em direção a Puno.

Vulcão "El Misti"

Vilarejo no altiplano peruano

No altiplano peruano, com vulcão "El Misti"

Segurando "El Misti"

Atravessamos a Reserva Nacional Salinas - Aguada Blanca. Descemos do ônibus na laguna Lagunillas, sob um vento forte e frio numa altitude de 4.174 m, tiramos algumas fotos. Esta laguna é a mais importante reserva de água do altiplano peruano. Possui 18,6 km de comprimento, 5,8 km de largura, profundidade média de 47,5 metros e área de 66 km². Chegamos no início da noite à Puno. Um agente enviado pela dona do Hostal Santa Catalina nos aguardava para nos levar ao hotel. Cansados, tomamos um banho, preparamos parte de nossa bagagem e fomos descansar para estarmos preparados para o próximo dia. Na noite seguinte, dormiríamos na casa de aldeões de uma das ilhas do lago Titicaca. 



Laguna Lagunillas, 4.174 metros de altitude
Laguna Lagunillhas



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